Dez anos da Política de Formação Continuada do IFSP: avanços, limites e propostas de atualização

Autores

  • Plínio Alexandre dos Santos Caetano Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo, campus Sertãozinho https://orcid.org/0000-0003-1405-7553
  • Gildma Galvão Almeida Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo, campus Sertãozinho https://orcid.org/0000-0001-7612-4542
  • Heron Rafael Pim Ruas Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo, campus Sertãozinho

DOI:

https://doi.org/10.47734/iluminart.v25.01.p-12

Palavras-chave:

Formação continuada, Educação Profissional e Tecnológica (EPT), Política educacional, Desenvolvimento profissional docente

Resumo

O presente artigo analisa a Política de Formação Continuada de Professores do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo (IFSP), instituída pela Resolução nº 138/2015, após mais de uma década de sua implementação. Parte-se da compreensão de que a formação continuada constitui dimensão estruturante do desenvolvimento profissional docente na Educação Profissional e Tecnológica (EPT), especialmente no contexto do Ensino Médio Integrado. O estudo possui abordagem qualitativa, fundamentada em análise documental da normativa institucional e em diálogo com a literatura especializada sobre formação docente, políticas educacionais e EPT. O objetivo geral consiste em examinar o caráter inovador da política, identificar seus limites e propor diretrizes de atualização frente aos desafios contemporâneos, como a intensificação da cultura digital, as mudanças curriculares e as demandas por fortalecimento da gestão democrática. Os resultados indicam que a política apresenta desenho organizacional vanguardista no cenário educacional brasileiro, ao institucionalizar equipes locais de formação e carga horária mínima anual. Contudo, evidencia-se a necessidade de aprimoramento normativo, especialmente no que se refere à avaliação sistemática, à formação digital docente e à integração curricular. Conclui-se que a atualização da política pode consolidar o IFSP como referência nacional em políticas institucionais de desenvolvimento profissional docente na EPT.

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Publicado

28-05-2026

Edição

Seção

Fluxo contínuo